Presidente da ASTRAL foi um dos integrantes do evento em BH
O presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (ASTRAL), Gerson de Castro, integrou o painel que abriu os debates do SET Sudeste, evento que promoveu discussões sobre os potenciais e os desafios da radiodifusão brasileira. O encontro aconteceu no dia 25 de fevereiro, no Hotel Royal Golden Savassi, em Belo Horizonte – MG, e foi promovido pela Sociedade de Engenharia da Televisão (SET).
O painel do qual Gerson de Castro participou foi realizado de manhã, e teve o seguinte título “Atualizações Regulatórias e Impactos Estratégicos no Setor de Radiodifusão”. O dirigente da ASTRAL destacou como “louvável” a preocupação da SET em realizar periodicamente discussões sobre a atualização da televisão brasileira, reunindo representantes de órgãos governamentais de regulação e entidades que atuam no setor.
- Os encontros da SET tem sido importantes para garantir a interação entre todos os envolvidos no processo de construção da futura etapa da tevê brasileira, e a ASTRAL se sente honrada em participar desses eventos e poder apresentar suas contribuições e pontos de vista - enfatizou Gerson de Castro.
A mediação do painel foi feita pelo representante da SET Regional Sudeste, Geraldo Cardoso de Melo. Ele deu destaque ao aspecto inovador da TV 3.0, considerado o projeto mais avançado dos últimos tempos no campo audiovisual.
Além de Castro e de Melo, compuseram as discussões: Vinícius Caram, que é superintendente de Outorga e Recursos à Prestação, da Anatel; Kim Mota, gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão da Anatel; Mayrinck de Aguiar, presidente da Associação Mineira de Rádio e Televisão; Tawfic Awwad Júnior, diretor do Departamento de Inovação, Regulação e Fiscalização do Ministério das Comunicações; Luiz Carlos Abrahão, diretor de Tecnologia da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert); e Wender Almeida de Souza, assessor de Engenharia da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) e representante Regional Centro-Oeste do SET.
Vinícius Caram lembrou que a Anatel abriu, no dia 11 de fevereiro, uma consulta pública para avançar no processo de viabilização da TV 3.0 no Brasil, institucionalmente conhecida como DTV+. Um elemento fundamental aberto para discussão trata sobre os requisitos técnicos e operacionais para o uso do espectro de radiofrequências no novo contexto tecnológico da TV no Brasil. O prazo para as contribuições à consulta pública é de 35 dias. A expectativa é a de que a TV 3.0 entre em operação até a Copa do Mundo de Futebol, que começa em junho.
- A atualização dos requisitos técnicos e operacionais representa um passo estruturante para garantir que a transição para a TV 3.0 ocorra de forma ordenada, segura e inclusiva, preservando o acesso universal à televisão aberta gratuita. Ao definir critérios técnicos claros para o uso do espectro, a Anatel cria condições para a inovação, para o planejamento eficiente das redes e para a convivência harmônica entre serviços – explicou Caram.
O presidente da SET, Paulo Henrique Castro, comentou sobre a observação que fez dos trabalhos do SET Sudeste.
- O conhecimento que a gente compartilha aqui e as discussões que acontecem aqui são, realmente, as últimas tendências da tecnologia. Quem está fazendo o futuro, quem está tendo as dificuldades e descobrindo as soluções está se encontrando aqui, reforçando os vínculos para a gente construir um sistema audiovisual com o que tem de mais moderno para trazer ganho, interatividade e atratividade para o telespectador – disse.
O próximo evento regional da SET será o Set Centro-Oeste, a ser realizado no dia 18 de março, no hotel Royal Tulip Brasília, região central da cidade. O representante da ASTRAL no evento será o engenheiro Carlos Neiva, vice-presidente de Rede e Tecnologia da Associação. Ele vai participar do painel intitulado “Atualizações Regulatórias – Tecnologia e Regulação em debate”.
Acesse o site do SET Centro-Oeste
Acesse a Consulta Pública no 6 da Anatel
Bruno Lara / ASTRAL.
54 emissoras participam da cobertura ao vivo, cuja transmissão deve durar cerca de, pelo menos, 12 horas
Associação mantém plataforma de compartilhamento de conteúdos de acesso gratuito pelas emissoras filiadas
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